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Hipertensão Arterial Sistêmica HAS

Quem tem bom coração, combate a Hipertensão!
Hipertensão Arterial Sistêmica HAS

Hipertensão Arterial Sistêmica HAS

Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS)

 

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é mais do que uma simples elevação dos níveis pressóricos.

No Brasil, a doença hipertensiva é um dos problemas de saúde pública de maior prevalência na população e representa o maior e mais perigoso fator de risco para a progressão e/ou desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

As estatísticas têm mostrado que a HAS é capaz de levar ao óbito, aproximadamente, 40% dos indivíduos acometidos, apresentando altos índices de morbimortalidade, pelo acometimento dos chamados órgãos-alvo, tais como o cérebro, o coração, os rins e os vasos sanguíneos, com aumentos na incidência de infarto agudo do miocárdio (IAM), acidentes vasculares encefálicos (AVE), insuficiência cardíaca e morte súbita.

Além das cardiopatias e do AVE, devem ser consideradas as repercussões sobre a função renal, em geral muito complicadas.

Aproximadamente 30% dos indivíduos com hipertensão essencial podem ter função renal comprometida.

De acordo com o Segundo Consenso Brasileiro para o Tratamento da Hipertensão Arterial, cerca de 14 milhões de brasileiros são hipertensos, sendo 15% desse total adultos em idade economicamente ativa, aumentando consideravelmente os custos sociais por invalidez e absenteísmo ao trabalho.

Hipertensão Arterial Sistêmica HAS
A HAS nos países desenvolvidos constitui o terceiro fator de risco para desordens do aparelho cardiovascular, sendo precedida da dislipidemia e do tabagismo.

Grande ênfase tem-se dado às medidas, não farmacológicas, de mudanças dos hábitos de vida para prevenção e controle dos níveis tensoriais elevados, que devem ser implementadas para todos os hipertensos, mesmo aqueles em uso de droga.

Atualmente, outras modalidades terapêuticas, além da farmacológica, têm sido indicadas em inúmeras propostas para o controle da HAS, entre as quais se destacam as atividades físicas aeróbias.

Estudos têm demonstrado o efeito positivo substancial dos exercícios físicos aeróbicos na hipertensão, é intrigante que muitas pessoas não participem de programas de exercícios diários.

Os exercícios físicos aeróbicos estão incluídos, não somente nas medidas não farmacológicas de tratamento da HAS, como, também, constituem componente importante de um tripé básico, em que se apóia a saúde (exercícios, alimentação adequada e equilíbrio emocional), na busca do bem-estar total.