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Vamos falar de Câncer de Próstata

Psicologia
Câncer de Próstata

Vamos falar de Câncer de Próstata

Vamos falar de Câncer de Próstata 

 

O câncer é uma doença muito temida pela maioria das pessoas, pois é sabido que esta doença pode causar grande sofrimento. Talvez, essa seja a razão pelas quais, muitos homens evitem falar sobre esse tema, o câncer de próstata.
O câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado (maligno) de células que invadem os tecidos e órgãos, podendo espalhar-se (metástase) para outras regiões do corpo. Dividindo-se rapidamente, estas células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores ou neoplasia malignas (INCA).

As causas de câncer são variadas, podendo ser externas ou internas ao organismo, estando ambas inter-relacionadas.

As causas externas relacionam-se ao meio ambiente e aos hábitos ou costumes próprios de um ambiente social e cultural. As causas internas são, na maioria das vezes, geneticamente pré-determinadas, estão ligadas à capacidade do organismo de se defender das agressões externas. Esses fatores causais podem interagir de várias formas, aumentando a probabilidade de transformações malignas nas células normais (INCA)

O câncer de próstata é um tumor que atinge a próstata, glândula localizada abaixo da bexiga que circunda a uretra acometendo mais aos homens.

A cada seis homens, um sofre com diagnóstico de câncer de próstata no Brasil. Essa é a segunda principal causa de morte por câncer de pessoas do sexo masculino, com o registro de cerca de 14 mil óbitos por ano, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca).

O câncer de próstata inicialmente, evolui em silencio e em muitos casos, não há a presença de sintomas ou quando ocorrem, estes são semelhantes aos sintomas de crescimento benigno da próstata como: dificuldade de urinar, necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite. Quando está em fase avançada pode ocorrer dor óssea, sintomas urinários ou, quando mais grave, infecção generalizada ou insuficiência renal.

 

Dentre os importantes fatores de risco para o desenvolvimento deste tipo de câncer estão:

  • Idade, não em quanto tempo a mortalidade aumenta sintomas relativamente aos 50 anos.
  • Genética (hereditariedade): pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos.
  • Hábitos alimentares ou estilo de vida de risco de algumas famílias.
  • Obesidade ou sobrepeso aumenta o risco de câncer de próstata avançado.
  • Exposições a aminas aromáticas (comuns nas indústrias química, mecânica e de transformação de alumínio) arsênio (usado como conservante de madeira e como agrotóxico), produtos de petróleo, motor de escape de veículo, hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPA), fuligem e dioxinas estão associadas ao câncer de próstata. (INCA).

O câncer da próstata pode ser identificado com a combinação de dois exames:

  • Dosagem de PSA: exame de sangue que avalia a quantidade do antígeno prostático específico.
  • Toque retal: como a glândula fica em frente ao reto, o exame permite ao médico palpar a próstata e perceber se há nódulos (caroços) ou tecidos endurecidos (possível estágio inicial da doença). O toque é feito com o dedo protegido por luva lubrificada. É rápido e indolor, apesar de alguns homens relatarem incômodo e terem enorme resistência em realizar o exame.
  • A biópsia é o único procedimento capaz de confirmar o câncer.
  • Outros exames de imagem também podem ser solicitados, como tomografia computadorizada, ressonância magnética e cintilografia óssea (para verificar se os ossos foram atingidos).

                                                                                                              Câncer de Próstata

O tratamento mais adequado deve ser definido em consulta médica após avaliação dos seus riscos e benefícios.

Para doença localizada, que só atingiu a próstata e não se espalhou para outros órgãos, cirurgia, radioterapia e até mesmo observação vigilante (em algumas situações especiais) podem ser oferecidos. Para doença localmente avançada, radioterapia ou cirurgia em combinação com tratamento hormonal têm sido utilizados. Para doença metastática (quando o tumor já se espalhou para outras partes do corpo), o tratamento mais indicado é a terapia hormonal. (INCA)