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Bulimia Nervosa

Bulimia nervosa

Bulimia Nervosa

Bulimia Nervosa

A Bulimia Nervosa é frequentemente confundida com outros transtornos alimentares, como a anorexia ou, principalmente, a compulsão alimentar.

Assim como no transtorno de compulsão alimentar, o bulímico também é diagnosticado após no mínimo um episódio de compulsão por semana, porém esta compulsão deve ser necessariamente seguida de um ato compensatório. Este ato compensatório pode vir na forma da provocação de vômito, ingestão de laxantes, longo jejum, exercício físico exagerado, etc. Há também relatos de quem consuma medicações termogênicas na esperança de que o metabolismo se acelere o suficiente para queimar tudo o que foi consumido durante o descontrole.

As compensações, no entanto, estão longe de compensar o estrago de fato – podem causar desidratação, deterioração de dentes e gengiva, problemas gastrointestinais, alterações no metabolismo, arritmia cardíaca, entre muitos outros fatores que, ao se agravarem, podem levar à morte. Ao contrário do que muitos acreditam, quem sofre de bulimia normalmente tem o índice de massa corporal normal ou na faixa de sobrepeso, pois o comportamento compensatório não é o suficiente para metabolizar as calorias ingeridas em excesso.

Bulimia nervosa

Compulsão Alimentar

É importante salientar que, assim como no transtorno de compulsão alimentar, o episódio compulsivo envolve uma ingestão exagerada de alimentos extremamente calóricos que se dá fora de controle. É diferente do exagero que cometemos, por exemplo, em datas comemorativas ou viagens de férias, onde tendemos a satisfazer nossas vontades sem muita reflexão, porém, dentro de um certo limite. Na compulsão, o ato de alimentar-se é irracional e, em seguida, gera culpa e vergonha.

O fator cultural da idealização da magreza com certeza influencia o alto índice de transtornos alimentares em geral, mas para que a doença se instale é necessário haver o fator comportamental, que envolve padrões de pensamento extremistas, ansiedade, baixa autoestima, etc.

A Terapia Cognitivo-Comportamental é hoje o método mais eficaz de tratamento à bulimia, pois ajuda o paciente a compreender melhor seus gatilhos e a desenvolver ferramentas de autocontrole. Ela deve ser somada ao atendimento por uma equipe multiprofissional com nutricionista e psiquiatra.

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