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Saiba os benefícios do exercício físico na Doença de Parkinson!

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Doença de Parkinson

Saiba os benefícios do exercício físico na Doença de Parkinson!

Sabemos que os benefícios dos exercícios físicos são fundamentais para a manutenção da autonomia em pessoas idosas. Entretanto, na literatura nacional, existem poucos estudos que verificaram os benefícios do exercício para pacientes com Doença de Parkinson. A partir de muitos estudos analisados, observou-se que diferentes programas de atividades físicas podem auxiliar na redução dos sintomas da doença, das dificuldades motoras e cognitivas, auxiliando no processo de independência e autonomia de indivíduos com Doença de Parkinson.

Doença de Parkinson

Os principais sinais e sintomas da Doença de Parkinson

São o tremor de repouso, a bradicinesia ou lentidão de movimentos, a acinesia ou rigidez muscular e a hipometria ou diminuição na amplitude dos movimentos, além das alterações posturais e na marcha . Como consequência dessa desordem motora, os  indivíduos com DP apresentam desequilíbrio postural, diminuição das capacidades funcionais e alta incidência de quedas

Todos os estudos realizados em idosos que apresentam a doença independente de estar em fase inicial ou já avançada apresentaram grandes benefícios aos participantes independente do tempo de duração.

Todos os indivíduos que possuem DP precisam realizar atividades físicas com a frequência recomendada de acordo com o quadro clínico um mínimo de 2 a 5 vezes por semana com exercícios aeróbicos e resistidos. As sessões podem durar de 30 a 60 minutos.

Vale lembrar a importância de um profissional em Educação Física que tenha conhecimento da patologia e das características do idoso para fazer a prescrição dos exercícios quanto à intensidade e volume do treinamento e de um acompanhamento médico.

É possível concluir que tão importante quanto a medicação, a prática de exercícios físicos regulares são de suma importância para a preservação das perdas consequentes da Doença de Parkinson, retardando o agravamento da doença e o desenvolvimento de complicações futuras. Sabendo que para essa doença ainda não há possibilidade de cura. Por isso é importante o acompanhamento médico.